quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Simplesmente Carmo do Rio Claro

Hoje, abrirei uma exceção: não vou postar nem receitas nem decoração. Não é por falta de material ou inspiração, não.  É porque me bateu uma vontade grande de declarar, aqui, o meu amor por esta cidade. Muita gente me pergunta o motivo de eu ter saído do Rio e vir parar aqui, no interior de Minas Gerais. Você não sabe, Dona Maria, o quanto eu agradeço a Deus por ele ter trazido pra cá. Eu amo isso aqui!

Quando eu era adolescente (há uns dez anos, mais ou menos, hehehe) e vinha com a minha avó Maria Stela (e é por isso, já te disse, que te chamo com muito carinho de "Dona Maria") pra passar as férias em Carmo do Rio CLaro, gostava de andar pela Praça Dona Maria Goulart depois do almoço; não tinha quase ninguém na rua nessa época e eu ficava pensando: "um dia eu ainda vou morar aqui". Eu também já mencionei em outra oportunidade que Carmo do Rio Claro tem um cheiro característico: um cheiro doce que, infelizmente, os que aqui moram já se acostumaram. Eu podia sentir esse cheiro assim que o ônibus Santa Cruz entrava na cidade...

Os velhinhos com seus chapéus de palha, homens a cavalo, sotaque mineiro que sempre vou achar lindo, almoço às onze da manhã, o som do sino da Igreja Matriz, as moças mais bonitas que eu já vi (ô cidade que tem menina bonita, sô!) - foi aqui que escolhi morar, viver e passar o resto dos meus dias, cercada por amigos (que pena que eu não posso trazer os do Rio pra cá, pra bem pertinho de mim), pela família e por girassois.


Vista da Serra da Tormenta por Marcelo Barroso

Um beijo, Dona Maria, e uma quinta-feira escandalosamente feliz!


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